Observando o mundo, “Sobras Divinas” faz uma conexão entre o metafísico e o trash, passando pelo bizarro através de exemplos de utilização das cores. Onde antes havia e onde depois haverá – o fascínio de tudo o que está vivo estabelecendo o que há de mais belo e interessante sobre a terra. Vale a pena conferir!
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
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